Cadeias de abastecimento mais resilientes depois das crises
Pandemia, guerra e falta de componentes mostraram a fragilidade das cadeias de abastecimento longas. Eis o que as empresas portuguesas estão a mudar.

Pandemia, guerra e falta de componentes mostraram a fragilidade das cadeias de abastecimento longas. Eis o que as empresas portuguesas estão a mudar.
Menos dependência de um só fornecedor
A primeira lição foi a da concentração. Empresas com um único fornecedor para componentes críticos ficaram paradas semanas. Hoje, a regra é ter pelo menos duas fontes qualificadas para os materiais que podem parar a produção.
Stock estratégico, não stock a mais
Depois das ruturas, muitas empresas aumentaram todos os stocks e prenderam capital. O equilíbrio está em segmentar: stock de segurança alto para o que é crítico e difícil de substituir, e reposição rápida para o resto.
Visibilidade
Por fim, as empresas mais resilientes partilham previsões com os fornecedores e acompanham em tempo real as encomendas em trânsito. A informação chega mais cedo e as decisões também.
Se este tema é relevante para a sua empresa, fale connosco. Uma primeira conversa ajuda a perceber por onde começar.
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